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Fatores que influem nas performances do pneu

Fatores que influem nas performances do pneu

  • A data de fabrico do pneu influi nas suas perfromances?
    Os pneus são compostos por diferentes tipos de materiais, entre outros, de caucho natural, cujas propriedades evoluem com o tempo.
    Para cada pneu, esta evolução depende de inúmeros fatores, como o clima, as condições de armazenamento (temperatura, humidade, posição, etc.), as condições de utilização (carga, velocidade, pressão de enchimento, danos provocados pelo estado das estradas, etc.) ao que está submetido o pneu durante toda a sua vida útil.
    Estes fatores de envelhecimento variam tanto que é impossível prever de forma precisa a vida útil de um pneu. Por isso, para além dos controlos regulares pelo utilizador, aconselha-se a que haja uma verificação dos pneus periodicamente efetuada por um profissional qualificado que determinará a aptidão do pneu para continuar a rodar.
    Por precaução, ainda que o seu estado geral pareça visualmente correto e não tenha alcançado o limite de legal de desgaste, a Michelin recomenda a substituição dos pneus passados 10 anos.
    Este limite de 10 anos é calculado a partir da data que figura na marcação DOT.
  • Como evolui a precisão de direção do pneu a alta velocidade?
    Diminui. No entanto, a utilização de reforços do tipo Aramida nos pneus MICHELIN Pilot Super Sport permite controlar o perfil do pneu a elevada velocidade e limitar consideravelmente a diminuição no controlo da direção.
  • Quais são os efeitos de uma mudança de dimensões? É interessante montar pneus maiores? Para que serve?
    A montagem de pneus maiores aumentará a precisão e a resposta dos pneus. Naturalmente o conforto será algo inferior e a aderência em molhado e a grande velocidade diminuirá um pouco.
  • O que é a rodagem de um pneu?
    Consiste em rodar os primeiros quilómetros com o pneu a uma velocidade "suave" e progressiva para garantir uma correta adaptação do pneu à jante e alcançar a sua pressão e temperatura ótima de funcionamento.
  • Quer seja em estrada, quer em competição, que tipo de condução é aconselhável para obter a melhor relação entre eficiência, rendimento e duração de um pneu desportivo?
    Em geral, é fundamental que controle bem a pressão dos seus pneus para obter o máximo rendimento e duração (para mais informação pode consultar o capítulo Perguntas/Respostas desta secção). Em circuito, o melhor para os pneus é efetuar 2 a 3 voltas que permitam o arrefecimento dos mesmos. Se fazemos a série de seguida (sem arrefecê-los) e ao máximo nível, os pneus desgastar-se-ão mais rápido.
  • Com os pneus MICHELIN de competição, quantos segundo por volta pode-se ganhar com um protótipo ou um GT em comparação com os pneus desportivos de série e de dimensões equiparáveis?
    Deveríamos ter em conta muito mais parâmetros para poder responder tais como: as características do veículo, do circuito, o tipo concreto de pneu de competição utilizado, etc. Por exemplo, num circuito de 3 kms um Porsche de série pode registar 6 segundos de diferença por volta entre um pneu MICHELIN Slick de competição e um MICHELIN Pilot Super Sport.
  • Depois de bloqueio de uma roda, quanto sobe a temperatura de um pneu liso? Nas sessões de qualificação, porque é que os pneus rendem muito melhor após 2 ou 3 voltas e não no momento em que saem das boxes? Depois deste pico de rendimento, quais são as consequências para os pneus, em concreto, para a borracha intermédia?
    Numa travagem muito forte (bloqueio de roda) o fenómeno é tão breve e localizado que não se observa nenhum aumento significativo e permanente da temperatura ou pressão interna do pneu. Pelo contrário, observa-se um aumento de temperatura muito importante na superfície do pneu num ponto muito localizado, em particular nos pneus lisos.

    Na primeira rodagem do pneu, aparecem gretas nas cadeias de polímeros da superfície do pneu que modificam as propriedades do material de forma irreversível. Uma vez superado este pico, o pneu passa para um modo de funcionamento estacionário (pressão/temperatura). Por último, não há borracha intermédia: é a mesma borracha em toda a espessura da banda de rolamento.

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